terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A gente queria...


Tudo pela semana farroupilha, sempre se dava um jeito...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Pode vim a Carla Perez e as bailarinas do faustão...







Mas me repara a gauchada...

Tchê esse negocio de gente do campo, que compra e vende gado, rende algumas histórias, repara só o causo verídico que ocorreu por esses dias e tem como personagens 17 vacas xucras, 3 campeiros cada um bem a cavalo, alguns bons cachorros e um mato mais fechado que a mão do tio Zé. (ele não vai lê isso assim eu creio hoho)
Bueno e corre vaca e grita pega... pega e a cachorrada pegava pelo focinho e pela orelha iararaaa, rendeu dois dias de campo pra junta as vacas, e entre pega corre e larga, num cerro desses a pico de mato fechado uma vaca se mete lá e o pai escuta um coisa rolando morro a baixo e na hora já prende o grito mui indignado “ ma sai pra lá cachorro” olha ligeiro pra vê que cusco era, vinha era a Larissa rolando... O veio não queria mais nada ria que dava gosto, nisso ele desce do cavalo o brejal era grande enfia um buraco da bota (quem já viu as bota sabe) num toco, a bota fico e ele se foi ao chão, e pra encurta o causo fico um pano pra conta história, por que a bombacha do home se descoseu (rasgou, descosturou) toda...

Depois do serviço feito, vende-se o gado, vamo carrega, e vem o caminhão e claro que tinha que atola perto do açude, o povo na volta e o mano ( vulgo teixeirinha) a cavalo, e chamo trator pra desatola o troço... Entre umas e outras ué o mano a pé? Até o cavalo tava atolado e o guri montado no pobre bicho...



Obs: foto das bombacha rasgada não tem, mas do dia que ele volto só com metade da camiseta tem!!

Aprendendo com o tio



Um fato sucedido...




Pelos meados de um dia desses, pro campo se foi, seu Manoel por acaso meu pai, a Larissa, o tio Zé, o Chico gato de setecentas vidas as quais todas já foram gastas, e uns cuscos, morro acima, muito mato e muita pedra iam eles atrás de uma vaca com cria, foram e voltaram, chegando na casa do vô Juvêncio o pai se ajoelha na porta da cozinha baixa a cabeça, eu espio por cima pra vê se chego todo mundo vivo, e a criatura desata a ri, e quem diz de para, ele dizia – Mana o teu tio hahahahahahahahahahahahahaha eu perguntava sem entender nada – o que? E assim foi até o outro dia pra alguém pode entende o que havia acontecido.


Foi relatado o seguinte: encontraram a vaca, o tio a pé, o pai a Larissa e o gato ficaram parados (a cavalo, sim o gato tava com o pai no cavalo) em um lajeado olhando o tio tira a vaca do mato, muito gauchão seu José Galvão grita Êra vaca... A vaca olha, aquela rica barriga com formato de melancia e responde muuuuuuuuu e sai em disparada, com suas guampas afiadas e o tio se enreda nos espinhos cai de costas e fica com as perninhas para cima, parecia que pedalava numa bicicleta e a vaca procurando ele, e os companheiro atracados rindo, até o gato mostrou os dentes, passados uns minutos ele consegue apedrejar a vaca e ela sai, chegando com a vaca pra coloca na mangueira ela melhora das pedradas e reconhece a barriga sexy do tio e faz o home fica fininho e cruzar o arame sem nem balança as trama. E o resto da história até hoje não terminaram de conta, essa gente do riso frouxo não é mol de se entender...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Das coisas que eu não sei...


Existem muitas coisas da vida que eu ainda não sei e como diz a música "Talvez o pouco que eu sei, eu tenha escutado ao longe e um sincero que badala chamando a eguada na ponta.Talvez a poeira da estrada sufoque as mágoas que eu trago e estouram dentro de mim, sem mesmo eu me dar de conta"...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sol de sabedoria


Ta sério o véio... isso foi o Tio Nato que disse um bom tempo atrás.

Admiro um monte!!

Das coisas que aprendi... Quando quiseres saber alguma coisa pergunta ao teu pai e ele dira para perguntares ao teu avô e esse sim irá lhe responder a pergunta...

Tia Cota


Quando eu era criança, lembro que sempre que eu e o pai iamos para o campo ele cantava
" Upa maruca que num upapa a gente chega lá hoje tem baile no rincão da Cota e arrebento as botas num xaraxaxa", achava muito interessante a coincidência. O tempo passou e hoje quando brincamos que parente não se escolhe eu penso "essa eu escolheria com certeza" já me alegro só em ver...

Entre botas e tamancos!


Botas é claro! essa coisa de salto alto, bico fino, ninguém merece!
Nada como uma velha bota campeira!

Freud explica!



"Existe duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra sê-lo."
Freud

Amor de vó

Tua presença me é falta hoje.Só nos sonhos te vejo, tento te tocar os dedos
mas te afastas sempre que me aproximo.
Cevei este mate para ti com as mais lindas flores da maçanilha...... nem assim viestes.
Ausências são só o que me restam.
Por isso cevo outro mate, mate novo...... mas sempre jujado de ausências!

Ser Mãe...


O melhor presente
A melhor sensação
O amor incondicional
O choro, as noites em claro, a dúvida... é fome? é dor?
O sorriso, os primeiros passos,as primeiras palavras...
a cada etapa uma novidade, um momento.
É realmente eu não sabia que amaria ser mãe.

São Motivos de Campo que carrego comigo


De bombacha remendadaVai cantando pela estradaA canção do boi barroso Que a tradição lhe ensinou

E cantando lá se vai Êra, êra, êra boi da ponta Nos já “temo” chegando E cantando lá se vaiÊra, êra, êra boi do coice Segue cantando...

composição Luiz Menezes